E pela terceira vez…

Setembro 16, 2009

Era pra se intitular “não sei bem o porquê…” e se completar com um “…mas não estou me sentindo bem hoje.”
E eu pretendia escrever que tá estranho, esquisito e mal acabado, malarranjado, malajambrado, enfim.  Mas que eu também achava que não devia escrever, fosse por preguiça (porque sem querer fechei a janela sem salvar o rascunho) ou receio, talvez (vai que o “ctrl+w” ao invés de “ctrl+atl+w” era sinal do inevitável).

Sabe aquela sensação de “isso aqui vai acabar me dando dor de cabeça”?  Tava assim… um temor indefinido de algo ou alguém – o que era muito bizarro, afinal, ninguém lê essa bodega aqui mesmo… só eu. Quem acompanhava desistiu, já que a pessoa aqui só escrevia mesmo de vez em nunca. E tava uma chata também. Que bela constatação.

Fato é que, à excessão dos apaixonados por Henfil que, de qndo em vez, são redirecionados pra essas bandas, ninguém lê esse troço. Ou seja, eu posso desabafar em paz… o q quer q seja. Não terei inquisidores ou juízes… Ei! Isso é bom!

Bom, o negócio é q essa é a terceira vez q eu escrevi as frasezinhas entre aspas lá do início. E graças à pergunta que eu não consegui fazer lá em cima, escrevi bem mais do que pretendia. Com ou sem interrogações, continuo não sabendo a resposta. Continuo não concluindo a derradeira dúvida.

Até a próxima.

PS.: Na hora de publicar, ainda indecisa se escrevia ou não a última frase, li: “ALERTA: A sessão expirou! Não foi possível salvar rascunho. Faça login novamente.”

É nessa hora q eu me pergunto o que vai acontecer se eu publicar isso. Sei lá. Também não tô nem aí.
Atura o parabéns! É hora de copy paste.

PS II (reescrito): realmente pediu login. Realmente nada havia sido salvo. Persiste a questão da publicação e da não publicação. O que ela trará(ia) ou cobrará(ia).

E qndo questionei, mais uma vez fechei a aba… e “pela terceira vez” se tornou “pela quarta” e hj já é quinta… ironia… acho melhor parar de perguntar. Acaba de me ocorrer q pode não haver mais perguntas… ou uma resposta  a elas.

Marujos!!! Desolação à vistaaaaaaaa!!!

Feliz aniversário, Pai…

Setembro 1, 2009

A morte vem de longe
Do fundo dos céus
Vem para os meus olhos
Virá para os teus
Desce das estrelas
Das brancas estrelas
As loucas estrelas
Trânsfugas de Deus
Chega impressentida
Nunca inesperada
Ela que é na vida
A grande esperada!
A desesperada
Do amor fratricida
Dos homens, ai! dos homens
Que matam a morte
Por medo da vida.

Vinícius de Moraes – Rio de Janeiro